21
Dez
06

Underground em Portugal: Infernal Kingdom

Infernal Kingdom

Com uma entrevista a Infernal Kingdom, iniciamos uma série de outras entrevistas sobre o Underground em Portugal.

Será uma espécie de estudo/analise sobre a cena nacional, no discurso directo de bandas, distribuidoras, webzines, promotoras, etc…

A Metal Stage faz algo que ninguém tentou fazer, discutir o Underground pela opinião dos seus intervenientes.

O que é o underground? Como anda o underground nacional? Ai estão as respostas dos Infernal Kingdom…

1 – Tanto tempo, após a edição de ‘Our Darkest Black Metal’ podem fazer um balanço muito preciso sobre este registo. Que balanço fazem? Mudariam alguma coisa?

Demogorgon: Bom, um ano após este lançamento, posso dizer-te que as coisas foram feitas da forma que achamos melhor e com todo o espírito essencial e acho que hoje não mudaríamos nada, sinto que foi um bom trabalho, e ainda hoje tenho bastante prazer em ouvi-lo…

2 – Uma questão que me parece pertinente é a súbita aposta de muitas bandas, principalmente underground apostarem na edição em K7. Porque essa opção? O registo em Cd não seria mais favorável, dado ter melhor som?

Demogorgon: Bom, quanto aos outros nada tenho a dizer, o que sei é que surgiu-nos esta oportunidade de lançar algo em K7 pela HWP, e desde logo achamos interessante. Caso não saibas já anteriormente tínhamos tido várias propostas de labels nacionais para editar em k7… o problema é que não passaram de propostas, e quando estava tudo pronto para andar em frente, retiravam as propostas desculpando-se como podiam, enfim… mas acho que o ideal seria mesmo o vinil e futuramente iremos pensar nisso. Mas o mais importante de tudo, é a dedicação da editora e que faça o seu trabalho devidamente, isso é o que realmente nos interessa.

Naamah Satana: No nosso caso, “Our Darkest Black Metal” é som para ser ouvido em cassete, todo o processo que desencadeou este trabalho foi, de certa forma, inconscientemente destinado a este formato… O som final deste trabalho é completamente de rehearsal e desde sempre apoiámos a tape, aliás algumas das bandas que mais gosto, lançaram maioritariamente os seus primeiros trabalhos em cassete.
Talvez por isso, manter o tradicionalismo da cassete é um acto puro de culto às raízes.
Claro que um lançamento em Cd é bom, é muito mais versátil em termos de facilidades de audição e é mais prático… Talvez seja mesmo isso que o distingue da tape. A tape é underground também em termos produtivos, não é qualquer label/distro que edita e distribui maioritariamente cassetes, enquanto que Cds tens escolhas muito mais alternativas para o fazer.

3 – Um dos aspectos que mais curioso parece é o facto dos Infernal Kingdom não terem uma formação estável. Estarei correcto? Infernal Kingdom não serão apenas Naamah Satana e Demogorgon?

Demogorgon: Sim, claro…Infernal Kingdom é e sempre foi Demogorgon & Naamah Satana, é obvio que sempre fizemos um grande esforço para que fossemos um quarteto ou até um trio, mas está mais que visto que esta formação actual, será também a futura, está visto que não temos ninguém à nossa altura pois o que fazemos não se enquadra em parâmetros, já está definido…

4 – Soube que têm previstos dois Splits (um com Ereshkigal e Infernal e outro com Besatt) e além disso a edição de uma Demo-tape, ‘The Black Throne of Hell’, tudo para 2007. Podem nos adiantar mais alguma coisa sobre estes lançamentos?

Demogorgon: O que podemos adiantar é que os temas estão prontos a gravar e em breve iremos dar inicio às gravações, as quais desta vez estarão totalmente a cargo da banda e serei eu a gravar a Bateria, Baixo e Guitarra e Naamah Satana estará a cargo Voz e Terror!!!!!!!

Naamah Satana: Falta somente acrescentar que o split com Ereshkigal e Infernal será em formato pro -CD e terá o selo da Azermedoth Records, do México, com uma tiragem de 1000 cópias. Intitular-se-á de “Trilogy For Domination”. A demo tape “ The Black Throne Of Hell” sairá pela Satanic Records e será limitada a 666 cópias. O split com Besatt será feito somente para o final do ano de 2007, por isso preferimos revelar informações exactas mais lá para a frente.

5 – Em relação a ‘The Black Throne of Hell’, será próximo de ‘Our Darkest Black Metal’ ou pode-se esperar por um trabalho bem diferente?

Demogorgon: Bom, é lógico que haverá uma pequena “mudança” no som de IK, mas este ataque estará completamente relacionado com “Our Darkest Black Metal”, a única diferença é que desta vez os Infernal Kingdom estão totalmente entregues a todos os níveis e como te mencionei em cima serei eu a gravar os instrumentos, o que fará com que os temas sejam tocados e gravados com o mesmo sentimento, o que anteriormente talvez faltasse, com a passagem de membros passageiros …
Sem dúvida este será um trabalho grandioso para Infernal Kingdom, esperem para ouvir, aaaaaaaarrrrrrrrrrrrrgggggghhhhhhhhhhhh

6 – Os Infernal Kingdom são uma banda que dão poucos concertos, porquê?

Demogorgon: Até um certo momento, ainda demos alguns concertos, bastantes até, alguns dos quais ficamos insatisfeitos de os ter dado… Mas como é obvio a banda começou a melhorar e os convites a piorar, isto torna-se engraçado… Só revela que ao inicio existia um apoio, o qual era talvez porque pensassem, que Infernal Kingdom era uma banda passageira, o que não aconteceu e cá estamos para criar o TERROR!!!!
Como vês, em 2006 tocamos em Lisboa com os INQUISITION e no Porto com os BESATT (este organizado por nós), acho que foram poucos mas com qualidade, de resto não estamos muito preocupados em sermos ou não convidados, nós estamos cá, organizamos alguns concertos para quem nos quiser ver…mas uma coisa é certa, temos recebido mais convites para tocar lá fora, do que no nosso país, isto de certo modo é frustrante, mas é a “politica” nacional, para nós este meio está já há muito tempo claro e mais que visto.

7 – Como está a decorrer a promoção do próximo ‘Extreme Devotion Fest’? Quais são as vossas perspectivas para esta nova edição deste evento?

Demogorgon: Bom, as nossas perspectivas para o EXTREME DEVOTION FEST III, com toda a sinceridade são muito más!!!!!!
Sabemos e está bem explícito, que podemos trazer cá a melhor banda do mundo (se é que existe a melhor). Mas só o facto de sermos nós a organizar já é algo de frustrante para alguns…um exemplo foi o último EDF II, o qual trouxemos os BESATT e apesar de tudo ter corrido bem (nada falhou), apenas constatei que alguns daqueles que eu sabia adorarem BESATT não estiveram presentes… pergunto eu, porquê???? Porque o bilhete era 10 euros?? (na minha opinião foi um preço acessível perante as bandas do cartaz). O que é um facto é que tudo correu muito bem e mesmo assim tivemos 120 pessoas (excluindo os convidados) etc…
Desta vez a qualidade das bandas presentes também é muito boa, e está tudo pronto para que seja uma grande noite de Black Metal!!!
O que é certo é que mais uma vez arriscamos e quando assim é, alguma vez tens que perder, coisa que não acredito que aconteça, pois sei muito bem, que ainda temos pelo nosso meio, mentes que pensam por si próprias e não rebanhos que se abraçam por tudo e por nada…
Bom, quem aparecer neste evento tenho a certeza que não sairá insatisfeito.

Naamah Satana: Só quero deixar aqui um pequeno aparte que irá generalizar tudo o que foi mencionado até agora. Até à data sempre fizemos isto com total dedicação e acima de tudo com extremo gosto pelo que fazemos. Já daí nunca tivemos intenções de organizar estes eventos para enchentes, agradando assim a tudo o que por aí anda. Para nós isto é somente um exemplo daquilo que definimos como underground, com isto contamos sempre com um nº de pessoas mínimos a aparecer neste fest. Ou seja, sabemos que estamos a cometer riscos, mas isto sim é a nossa visão total de devoção no seu todo. Tentamos reunir uma boa porção de bandas que trabalham seriamente para o underground, sendo elas reconhecidas por uma grande multidão ou não. Até agora, as coisas têm corrido bem, mas temos consciência dos nossos actos ao ponto de saber que nem sempre o que é feito com dedicação é correspondido devidamente.

8 – Parece-me, e corro o risco de estar redondamente errado, que vocês apesar de serem uma das bandas mais consistentes do nosso espectro, não aparecem muitas entrevistas nas zines e blogs nacionais. Pelo contrário já vi algumas vossas entrevistas dadas a zines estrangeiras. Estou correcto? Se estou, porquê essa situação? Opção vossa?

Demogorgon: Claro que não é opção nossa.
Mas como te disse em cima, mesmo para os concertos, os convites têm sido sempre para fora do nosso país e não compreendo porquê…

9 – Como estão em termos de divulgação fora de Portugal?

Demogorgon: Muito bem!!!
Temos recebido muitas propostas fora de Portugal, muitas críticas, enfim APOIO e interesse pelo que fazemos…

10 – O que é o underground?

Demogorgon: O underground é aquilo que todas as bandas demonstram ser ao início das suas carreiras!

11 – Existe underground em Portugal? Se existe, em que ponto está? Bem ou mal?

Naamah Satana: Existe, claro!!!
O problema maior é já existirem muitas vertentes envolvidas no Black Metal. Falo do Black Metal em especial, pois é do que se trata no momento, mas isso sim, está a destruir uma raiz que é única e que foi criada seguindo um único seguimento. Hoje em dia isso não acontece e cada vez mais se vêem fusões, ideologias aos montes… enfim, quebra-se a essência de uma arte tão “in your face”, transformando-a numa enciclopédia onde só os sabedores e os investigadores são conotados como “trves”. Com o rumo que isto tem vindo a levar, chego à conclusão que uma boa parte dos projectos recentes que vejo, toca Black Metal (supostamente), mas não o SENTE.

12 – Até que ponto uma banda é ou deixa de ser underground? Os Infernal Kingdom são um projecto underground? Concretizem…

Naamah Satana: Vou falar directamente sobre os Infernal Kingdom, sim nós somos do underground, somos uma entidade que preza e venera o Black Metal, sem preocupações alheias de esperar que algo seja feito por nós, ou de ferir susceptibilidades. Nunca nos preocupamos em ter de fazer algo obrigatoriamente, ou então por mera conveniência formal. Já tomamos algumas atitudes extremas, talvez por isso ainda continuemos sem ceder a pressões ou a tornarmo-nos diferentes para nos inserirmos em algo imposto, preferimos então que nos odeiem do que termos de ignorar as nossas raízes e convicções. Continuaremos sempre a criar o caos, muito “dentro” daquilo que queremos. Isso nunca irá mudar, não haverá ninguém que mude a nossa forma de viver o Black Metal com a única ideologia que tem.

13 – A divulgação e promoção das bandas é a melhor? Já foi pior ou melhor?

Naamah Satana: No nosso caso, estamos bem, mas também não necessitamos de propaganda exagerada, deixamos isso a cargo de quem nos odeia, eheheh. Bom, falando agora seriamente, penso que recentemente haja uma maior promoção e divulgação das bandas, talvez até demais, na minha opinião, claro. Com as novas tecnologias que se têm vindo a desenvolver, o acesso a tudo o que é música é muito mais rápido, e por isso as fontes de comunicação tornam-se muito mais simples, o que incentiva qualquer desocupado a promover e até a criar o seu próprio projecto/banda. É como as editoras/ distros, existem aos montes, actualmente. Penso que isso te possa responder mais claramente como vejo o underground hoje em dia, o uso abusivo de Internet, prejudicou de certa forma o misticismo da procura. Aquilo que era anteriormente de valor e que hoje em dia basta teclar para conseguir.

14 – Um dos aspectos mais criticados pelas bandas é falta de publico nos espectáculos. Concordam? Porque será?

Naamah Satana: Concordo em absoluto, mas isto já não é novidade nenhuma para nós. É o típico caso, organizam-se eventos interessantes, o povo não aparece, não se organizam, queixam-se. Acho que os metaleiros hoje em dia preferem ir beber uns copos ao tasco do lado e ouvir quaquer merda que lá passe (desde que estejam com os amigos) do que se juntarem e irem a bons concertos. Ou então colam-se à Internet…

15 – O ambiente entre as bandas underground nacionais é bom?

Demogorgon: Sim, é muito bom sobretudo quando várias bandas com editoras próprias que se criticavam constantemente, reflectiram ao ponto de pensarem que o melhor seria unirem-se para assim poderem trabalhar mais seriamente. (Isto no Black Metal).

16 – Qual dentro do metal, o género mais dominante do espectro nacional? E porque será?

Demogorgon: Quando começamos em 2000, posso dizer que nessa altura o DEATH METAL dominava em todos os aspectos, agora acho que o Black Metal está na moda, qualquer um tem de um dia para o outro um projecto de Black Metal, e até acho que muitos desses poderiam desde logo lançar um álbum que ninguém se importaria. Mas passando à frente, de momento em Portugal sinto falta de bandas de Heavy e Thrash Metal, bem à maneira old-school.

17 – O Black Metal é uma religião? O que difere este género dos restantes?

Naamah Satana: O Black Metal é um culto de Satanás, que é expresso através de hinos e invocações puramente Satanistas. Não há qualquer outra conexão com o Black Metal desde os seus primórdios… embora hoje em dia, não encontre muitos puristas a crer devidamente naquilo que o Black Metal é na sua íntegra essência.
O que o difere dos restantes estilos, não sei, sinceramente nunca reflecti nisso, dedicamo-nos ao Black metal sem nos preocuparmos com diferenças ou relações com os outros géneros dentro do Metal.

18 – Como definem um Trve? Porque razão os Trves são tão criticados por pessoas ligadas a outras fracções do metal? Vocês consideram-se Trves?

Naamah Satana: Pergunto eu, posso?? O que é um trve?
Sinceramente, essas designações utilizadas actualmente, metem-me uma certa confusão. Entre o Ser e usar um rótulo vai uma grande diferença.

19 – Em termos de bandas estamos melhor ou pior do que á 10 anos?

Naamah Satana: Acho que estamos melhor… Mas também existem muito mais bandas, o que implica existirem mais seguidores e tudo vai crescendo. Não sei se da melhor forma, pois o facto de existirem muito mais pessoas dispostas a criar uma banda, não significa que se mantenham seriamente, e que o façam devidamente, pois quando assim é, começam a existir tipos que querem inovar, ser originais (eu chamaria diferentes), e isto porquê? Porque talvez não estejam ligados ao Metal somente por gostarem realmente de fazer a sua música, mas fazem-no sim, para o máximo nº de pessoas gostarem, isso é péssimo.
Talvez por isso ache que quanto ao Black Metal já existem muitas “inovações” e diferentes espiritualidades de senti-lo, o que me desagrada bastante no que toca à força interior que o Black Metal acarreta.
Com tudo isto corro o risco de dizer que estamos perante uma fase em que não afirmo nada seguramente. Tenho a sensação de que musicalmente as coisas estão melhores, mas penso que com as facilidades de agora, isso também era de esperar. Espiritualmente é o que digo, prefiro não comentar.

20 – O melhor e o pior de 2006?

Naamah Satana: Penso que em Portugal durante este ano ocorreram três momentos grandiosos e memoráveis para o Black Metal nacional, que foram a vinda dos Inquisition e dos Besatt cá e destaco também o concerto de Morte Incandescente. Sinceramente não vi mais nada que me tivesse interessado tanto por cá a esse nível em especial.
De pior, sei lá, vejo uma carência de concertos tão interessantes como os que em cima referi, contando sempre com o espírito de quem realmente venera um ritual, mas isso também já engloba uma série de coisas a serem reflectidas. Acho que num ponto de vista geral, são quase sempre as mesmas bandas a reunirem-se num concerto para tocar, se não são as bandas, são projectos paralelos. Isso contribui para que hajam distinções de público, ou melhor divisões e campeonatos, expressões débeis que se tornam em atitudes e que contribuem para a destruição das raízes do Metal. Não atribuo culpas nem ressentimentos às bandas em geral, pois nem sempre daí partem os actos…há muita coisa em torno disto, que foi de certo modo implantado e que já nem se valoriza como sendo um possível problema.

21 – Quais os projectos para 2007?

Naamah Satana: Lançar os trabalhos previstos no devido tempo, se tudo correr bem concretizar alguns concertos já planeados no estrangeiro e preparar mais tarde o nosso álbum de estreia para 2008!!!

22 – Ultimas blasfémias…

Infernal Kingdom: Hail SATAN!

Advertisements

5 Responses to “Underground em Portugal: Infernal Kingdom”


  1. Janeiro 23, 2007 às 7:16 pm

    O concerto dos infernal kingdom no porto rio foi incrivel!obrigado por me terem feito passar essa noite inesquecivel e por terem trazido os besatt que deram um concerto iguamente fenomenal,so anseio por mais festas de black metal como essa e apoiem o black underground porque bandas como os nossos infernal kingdom e como os polacos besatt nao se veem todos os dias!deem lhes todo o valor que merecem HAIL SATAN

  2. 2 SENHOR FUNEBRE
    Maio 5, 2007 às 5:49 am

    LIMBO OF SOULS
    BLACK METAL
    MANAUS (AMAZONAS)
    BRASIL

    FUNDADA EM 2003 ,DANDO INÍCIO AS SUAS ATIVIDADES EM 2004 E MESMO ANO FAZENDO SUAS PRIMEIRAS APRESENTAÇÕES , INICIALMENTE LEVANDO COVER DE VENOM, KREATOR, BATHORY E PRINCIPALMENTE SARCÓFAGO, APÓS VÁRIAS MUDANÇAS EM SUA FORMAÇÃO A HORDA SE ESTABILIZA COM SR.FÚNEBRE (VOCAL), BLAPHEMOUS(G), MANTLE WAR(BX) E DIABOLICAL(BATERIA),APÓS VARIOS ATRASOS SAI A PRIMEIRA DEMO “LIMBONIC” GRAVADA NO INÍCIO DE 2006 CONTENDO UMA INTRO E QUATRO HINOS DE ÓDIO, BLASFÊMIA E INSULTO AO CRISTIANISMO , CELEBRANDO NOSSAS SOMBRIAS CONQUISTAS COM DIGNIDADE E HONRA AO METAL NEGRO COM ESTA DEMO UM PRENÚNCIO DE CULTO A ETERNA CHAMA DA SABEDORIA PAGÃ. A DEMO VEM RECEBENDO BOAS CRITICAS DE HORDAS,ZINES, DISTROS, SENDO DIVULGADO PELA HORDA SOMENTE 500 CÓPIAS DISPONÍVEIS EM DT E CR-R.

    ATUALMENTE EN ENSAIO PARA GRAVAR A SEGUNDA DEMO ” CELEBRAÇAO DA VINGANÇA ” QUE POR ALGUNS PROBLEMAS AINDA NÃO SAIU E CONTERÁ SEIS NOVOS HINOS TODOS EM NOSSO IDIOMA CONTENDO EM SUAS LETRAS MITOS E RITOS DOS NOSSOS PRIMITIVOS POVOS DA AMAZÔNIA.
    TENDO DE SUA FORMAÇÃO INICIAL APENAS SR.FÚNEBRE E MANTLE WAR , CONTANDO COM A PARTICIPAÇÃO DE ALGUNS GUERREIROS PARA AS APRESENTAÇÕES E PARA A GRAVAÇÃO DA SEGUNDA DEMO.
    ZINES,HORDAS,DISTROS,SELOS E GUERREIROS DO IMORTAL UNDERGROUND INTERESSADOS EM ADQUIRIR UMA CÓPIA DA DEMO ENTREM EM CONTATO.

    CONTATOS:

    * JANDERSON DE OLIVEIRA
    AV.CHICO MENDES, 176. NOVO ISRAEL
    CEP:69093-437 , MANAUS-AM

    * IGOR LIMA
    TRAVESSA B-13 , N°15
    SÃO JOSÉ OPERÁRIO
    CEP:69095-000 MANAUS-AM

    limbo.of.souls@hotmail.com
    sr.funebre@yahoo.com

  3. Junho 18, 2007 às 7:46 am

    Pensava eu que já tinha visto de tudo, enganei-me… quando menos eperava… zás, eis aqui a banda que me surpreendeu no black.
    HAIL the darkest couple i know.
    Continuem com o excelente trabalho e… dia 28, contem comigo.
    ABRAÇOS!!!

  4. Junho 19, 2007 às 4:29 pm

    Queria saber quanto custa a demo “Frozen Realm” do IK, com frete incluso, para o Brasil. Ou se há alguma distro por aqui que venda material do IK. Salve!

  5. Maio 29, 2009 às 4:08 pm

    Que palhaçada… são 2 wannabes k nao se fartam da palavra UNDERGROUND, IN YOUR FACE, só faltam dizerem LET’S ROLL nos concertos -.-
    SHOW OFFs! vi uma t-shirt vossa com vcs na parte da frente… epah… ridiculo…
    Anyway gosto do que teem vindo a fazer, pena ser tao ridiculo a vossa postura, precisamos de um tipo de pessoa diferente para isto andar para a frente, como vocês ha muitos e acho piada dizerem que não ha ninguem a vossa altura, sim realmente n ha muita gente disposta a tal figura teem razao, mas em termos musicais ha muita gente por ai que gosta do bom old school black metal noruegues.
    Interpretem mal se quiserem, mas é uma critica construtiva.


Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s


%d bloggers like this: